segunda-feira, 19 de julho de 2010
As Oficinas no ENG
Allain Wilham Silva de Oliveira
Possibilidades metodológicas e técnicas para uma geografia da açãoFernanda Ayaviri Matuk
Uso do “YOUTUBE” como ferramenta no ensino de Geografia Cristiane Cardoso Tiago Magalhães Bastos
Oficina de teatro Leandro Pansonato Cazula
Oficina de leitura de paisagem por meio de fotografias, desenhos e croquisJulia Pinheiro Andrade
Dilemas e Soluções na Arborização UrbanaStallone dos Santos Ribeiro
Geografia Tecnológica: Uma nova maneira de pensar geografiaPaulo Roberto Fitz (coord.)
Geografia e Anarquismo: A Educação Libertária no início do Século XX em São Paulo.Amir El Hakim de Paula
Literatura, Musicalidade e Sabores: Diferentes Linguagens para Falar (de) GeografiaMaíra Suertegaray RossatoDariane Raifur Rossi
O município e a Cidade - Planejamento e Desenvolvimento Local Participativo: Concepções e Metodologias de Uma ExperiênciaLuiz Gonzaga Falcão Vasconcellos
PAISAGEM SONORA Possibilidades para a leitura da paisagemMarcos Alberto TorresWilson Galvão
Introdução à Economia Política aplicada ao ensino de GeografiaRaquel Pereira Ribeiro de ÁvilaAloysio Marthins de Araújo Junior
Algoritmos de cubação da Terra e lançamento de áreas regularizadas em SIG: Procedimentos básicos em software ARCGIS 9.2Danny Silvério Ferreira Sousa
Sistema Solar em EscalaCleomar Graef de OliveiraDiego Fagundes Salvagni
Objetos de aprendizagem na Geografia escolarAna Claudia Carvalho GiordaniElizandra VoigtRoberto CassolAprendendo Geografia com as mãos: os mapas geográficos táteis em sala de aula.Profa. Ms. Ana Paula Nunes Chaves
Cartografando processos construídos em movimentos de redes colaborativas: vamos criar um mobile?Maria Lucia Cunha Lopes de OliveiraOlga Azevedo Marques de OliveiraCarla Andrea Lima da SilvaFabiana Vieira LapipIgor Martins Medeiros RobainaLuana Viannay CorrêaLylian Cristina Mendes Pinheiro ArrudaNathalia LadeiraPilar dos Santos Moraes SantosVirgílio Tamberlini
O ensino-aprendizagem de geografia do brasil por meio de metodologias cooperativas/ problematizadorasLeonardo Dirceu de Azambuja
Métodos de pesquisa social aplicados à geografia humanaLucas Manassi PanitzVitor Angelo Villar Barreto
Os vários olhares da paisagem geográfica: vídeos e documentários como forma de ensinar a Geografia.Neusa Maria Tauscheck
Oficina de Ofícios Antigos – saber-fazer no tempo e no espaçoRossanna PradoCármen NunesLetícia Nunes
Quem são as crianças da África?Joseli Andrades MaiaSara Fernandes BorthProf. Tânia Rodrigues Ferrer
Práticas pedagógicas no ensino de geografia desenvolvidas no colégio universitário Geraldo Reis – Coluni-UFFDaniel Luiz Poio RobertiIgor Martins Medeiros RobainaLuis Miguel PereiraRafael Vieira LimaVitor Hugo Dos Santos TeixeiraYagam Rebeca da Silva
Explorando o bioma Caatinga: uma experiência com o ProbioIone Oliveira Jatobá LealJacy Bandeira Almeida Nunes
A fotografia como ferramenta do GeógrafoGláucia Bastos do AmaralKarinna de Aquino Paz
Confecção do Globo TerrestreDejunho Campos da costaEdimarcio Muniz PereiraEzedequias de Queiroz SilveiraJulio César Rodrigues de AmorimPollyanna Ferreira de Morais
Transformações nos modos de produção agrícola e mudanças na organização socio-espacial ruralProfa. Dra. Janes Terezinha Lavoratti
Tutoria e elaboração de problemas para a metodologia de Ensino Baseada em ProblemasDiamantino PereiraEstudo do Meio: uma metodologia de ensinoProf. Dra. Sueli de Castro Gomes (UEM)
A Produção Audiovisual no Ensino de Geografia com Projetos a partir da Experiência do Documentário “Brasil: As Faces de um País Miscigenado”Carolina Meirelles de Azevedo BelloDouglas Scaramussa Pereira
Mídia impressa e Ensino de GeografiaDjaura dos Santos GoulartLindberg Nascimento JúniorLuiza Regina AligleriMeire Aparecida da SilvaVinícius Biazotto Gomes
A construção do mapa temático em sala de aula
Cássio Alves Prado Francisco Napolitano Leal Pedro Benetazzo SerrerPedro Ivan Menezes de Carvalho
Referencial Curricular: uma proposta de redimensionamento do processo de ensino e aprendizagem de GeografiaAdilson Silva SantosVera Lúcia Gomes Coelho
A base de dados RAIS/MTE como ferramenta para estudos de Geografia EconômicaGiselli Ventura de JesusMaycon Neykiel Bastos
Ensino de Cartografia e produção de mapas escolares através do software GPS Track MakerCláudio Marinho
Cartografia histórica e geografia do continente africano. As diásporas, os povos, as histórias.Prof. Ms. Felippe Jorge Kopanakis Pacheco –
CieAAWEB 2.0 como utilização pedagógica em todos os níveis e modalidades de ensino de GeografiaDra. Michéle Tancman Candido da Silva (USP)
MSc Eduardo Menezes Pimentel (UFF)
Contraponto – Entreposto de Saúde, Cultura e SaberGilmar Godoy GomesCássio L. Becker
Curso prático sobre o uso do GPS na coleta de dados em campoHeinrich HasenackMariana Lisboa Pessoa
Perspectivas teóricas de currículo e ensino de geografia: interpretando as políticas curriculares atuaisHugo Heleno Camilo Costa (UERJ)
Narrativas visuais e novas metodologias de pesquisa em geografiaCamila Xavier NunesLuciana de MelloLucimar F. Siqueira
O espaço como a acumulação desigual de temposMarcelo Werner da SilvaGisele Azevedo da Silva PaesPatrícia SilveiraSueleni Carvalho FontesVitor de Araujo Alves
O professor de geografia e a educação ambiental: uma experiência no espaço escolarAngela Maria Araújo Leite
Esmeraldo Victor Cavalcante Guimarães
Trajetórias e Paisagens Sonoras: uma oficina de experimentaçãoFrancisco Costa Benedicto OttoniRaquel Gomes de Sousa
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Avisos 12
IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE AS GEOGRAFIAS DA VIOLÊNCIA E DO MEDO. Quer saber mais, clique aqui.
Seminário Nabuco e a Nossa Formação, a ser realizado pela Fundação Joaquim Nabuco nos dias 19 e 20 de agosto do corrente. O evento contará com a presença de especialistas em história da África, escravidão, movimento abolicionista e estudiosos da vida e obra de Nabuco, como Alberto da Costa e Silva, Lilia Moritz Schwarcz, Robert Slenes, Hebe Mattos Gomes de Castro, Izabel Marson, Marco Aurélio Nogueira e Ângela Alonso, dentre outros.
Local do evento Fundação Joaquim Nabuco- Auditório Calouste Gulbenkian
Av. 17 de Agosto, 2187 - Casa Forte, Recife/PE/Brasil. Maiores informações:
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Avisos 11
O Festival de Inverno contará com 14 shows e 8 cursos de curta duração (cinco sessões de 90 minutos) com pesquisadores de todo o país. Os cursos ocorrerão entre os dias 26 e 31 de julho, no Centro Municipal de Cultura (Av. Erico Verissimo, 307), onde deverão ser feitas as inscrições, no subsolo da Biblioteca Josué Guimarães, das 10hs às 12hs e das 14hs às 17hs.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Entrevista do Mês
Em 2008 ingressou como bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) no Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR) da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), agregou aos seus conhecimentos a possibilidade de contribuir para a promoção do desenvolvimento de territórios, diminuindo disparidades sociais e pensando, sobretudo, na preservação dos recursos naturais, na sustentabilidade. E com isso o nosso entrevistado desse mês é o Geógrafo Alcione Talaska, após a entrevista deixe seus comentários.
PPEG - Conte-nos um pouco do seu artigo “A delimitação do urbano e do rural no Rio Grande do Sul, Brasil”.
Sr. Alcione Talaska: Este artigo, escrito em co-autoria com Almir Arantes e José Antonio Farias Assumpção, foi resultado de estudos realizados na disciplina de Desenvolvimento Rural e Urbano no PPGDR/UNISC. Uma versão preliminar deste artigo foi apresentada no Seminário Internacional de Estudiantes de Postgrado em Estudios Americanos (SIEPEA) realizado pelo Instituto de Estudios Avanzados da Universidade do Chile, em junho de 2009. Neste evento tomamos conhecimento da possibilidade de realizarmos a publicação final do artigo na revista Colombiana de Geografia da Universidade Nacional da Colômbia, fato que se consumou.
O artigo trata especificamente da problemática da identificação e delimitação de territórios rurais ou urbanos no Rio Grande do Sul. É importante frisar que este artigo foi escrito tendo em mente a identificação das características dos territórios (municípios) com vistas ao planejamento para o desenvolvimento. Com este enfoque, o artigo afirma que os critérios utilizados atualmente para a definição do urbano ou rural no Brasil, que são oriundos do primeiro governo de Getúlio Vargas (Decreto-Lei 311 de 1938), servem exclusivamente para a diferenciação da forma de extração da renda da terra, se urbana ou rural, e consequentemente tributação, se urbana (IPTU) ou rural (ITR), e acabam não refletindo as reais características dos territórios. Estes critérios não permitem que se verifique se um território possui características predominantes rurais ou urbanas, para citar um exemplo: a área considerada urbana do município de União da Serra/RS pode ser considerada tão urbana quanto a de Porto Alegre/RS? Ao nosso ver, não. Pois o que regula todas as atividades econômicas, sociais, culturais, no município de União da Serra não são predominantemente urbanas e sim rurais, diferenciando-se assim de Porto Alegre. Então, o que ressaltamos neste artigo é que seguindo a metodologia oficial, a população do Rio Grande do Sul, do Brasil, logo se tornaria totalmente urbana, o que certamente não condiz com a realidade. Acreditamos, não ser possível dissociar integralmente o rural do urbano ou o urbano do rural, pois estes espaços segregados pelo Decreto-Lei de 1938 se influenciam e se complementam. Dessa forma, verificamos e defendemos que se precisa avançar na definição de novos critérios que identifiquem, a partir de um olhar global do território (do município), se as atividades que regulam a convivência da população são decorrentes de atividades predominantemente urbanas, rurais ou urbanas e rurais. Muito embora, este debate esteja longe do consenso, entendemos que a necessidade da reavaliação dos critérios é importante e oportuna, haja vista os desdobramentos que a definição das características (urbanas e rurais) dos territórios trazem no campo da política, da economia, da ecologia, da sociologia e antropologia. Nesse sentido, este artigo indica a necessidade de uma reavaliação dos critérios oficiais, portanto políticos, a respeito da identificação do que é urbano e o que é rural, até para que a formulação e implementação de políticas públicas sejam efetuadas com a maior precisão possível.
PPEG - Conte para os nossos visitantes como foi seu estágio?
Sr. Alcione Talaska - O estágio no laboratório de Cartografia da UNOCHAPECÓ foi uma experiência muito válida, pois tive a oportunidade de participar de várias atividades. Além da assessoria a acadêmicos na elaboração de seus trabalhos, da elaboração de material cartográfico, de maquetes, de material explicativo para ser utilizado em sala de aula e em projetos de extensão, tive a oportunidade de participar de projetos de pesquisa, participando de reuniões, debates com pesquisadores de renome, bem como, de seminários em vários lugares do Brasil e de saídas de campo, verificando na prática muito do visualizado na teoria. O estágio realizado durante minha graduação, como monitor do laboratório de cartografia, foi, na verdade, o condicionante para a escolha das próximas etapas da minha formação acadêmica: (i) a especialização em levantamentos geodésicos pela necessidade de maiores conhecimentos sobre o posicionamento (acurado e preciso) e representação de fenômenos espaciais; e até mesmo o (ii) mestrado em desenvolvimento regional, que certamente foi escolhido devido aos conhecimentos e experiências tidos no curso de geografia, no laboratório de cartografia e na especialização em levantamentos geodésicos.
PPEG - Entendemos que os levantamentos geodésicos são utilizados para a representação de superfícies de dimensão territorial, onde a topografia auxilia na determinação do apoio geodésico. Por que da escolha da especialização nesta área?
Sr. Alcione Talaska -Na verdade, seguindo os pressupostos do IBGE, os levantamentos geodésicos compreendem o conjunto de atividades voltadas para medições e observações que visam a determinação da forma e dimensões do nosso planeta, se geóide ou elipsóide. A partir dos levantamentos geodésicos é estabelecido o referencial físico e geométrico necessário ao posicionamento preciso e acurado dos elementos territoriais, elementos que compõe a paisagem territorial. Ao nível local, os levantamentos geodésicos fornecem o apoio básico indispensável para operações topográficas de levantamento, permitindo o controle horizontal e vertical dos pontos geodésicos através da determinação de coordenadas geodésicas (x, y) e altimétricas (z).
A escolha da especialização em Levantamentos Geodésicos: Certificação e Georreferenciamento de Imóveis Rurais, como comentado anteriormente, foi em decorrência da necessidade de maiores conhecimentos sobre a forma de coleta, tratamento e representação de fenômenos espaciais, mantendo a precisão e a acurácia da localização dos mesmos.
Para a escolha desta especialização, certamente foram decisivos: (i) o oferecimento de algumas disciplinas especificas (como a de cadastro técnico multifinalitário, de GPS, de cartografia digital, de fotogrametria, de sensoriamento remoto e de SIGs); e (ii), principalmente, pela temática incluir o “georreferenciamento de imóveis rurais”, uma questão de grande importância para o conhecimento da forma de apropriação do território rural pelos proprietários de terra.
De uma maneira geral, a escolha da especialização em Levantamentos Geodésicos: Certificação e Georreferenciamento de Imóveis Rurais foi importante. Os conhecimentos adquiridos atenderam as expectativas, a ponto de serem utilizados durante a elaboração da minha dissertação de mestrado, que teve como tema a “Estrutura Agrária e Reconfiguração Fundiária, e está contribuindo na elaboração do pré-projeto de doutorado. Ainda, devido aos conhecimentos adquiridos nesta especialização, como também aos estudos no PPGDR, escrevi um artigo que em breve será publicado pela Revista Finisterra da Universidade de Lisboa. Este artigo, intitulado “A importância da estrutura fundiária georreferenciada para o planejamento e gestão do território rural do Brasil”, mostrará a possibilidade da construção de uma base georreferenciada da estrutura fundiária, através das informações coletadas no georreferenciamento dos imóveis rurais, e consequentemente permitirá, quando utilizada de forma integrada pelos diferentes órgãos governamentais, através do cruzamento de informações, identificar com maior agilidade fragilidades e carências do território, auxiliando a elaboração de planos, o direcionamento apropriado dos investimentos públicos, como também o monitoramento dos impactos da implantação de políticas públicas.
Sugestão de leitura do artigo:
REDES TÉCNICAS E ESTADO BRASILEIRO: UM OLHAR SOBRE A FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DA RODOVIA BR 163. Dos autores: Alcione Talaska , Almir Arantes e José Antonio Assumpção Farias.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Encontro Nacional dos Geógrafos
DIÁLOGO DE ABERTURA
Domingo 25/07/2010 – 19:00h
Boaventura de Souza Santos
(Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra)
Ana Fani Alessandri Carlos
(AGB São Paulo/USP)
DIÁLOGO DE ENCERRAMENTO
Sexta- Feira 30/07/2010 – 15:00h
Carlos Walter Porto Gonçalves (AGB Niterói/UFF)
Dirce Maria Antunes Suertegaray (AGB Porto Alegre/UFRGS)
ENG- eixos temáticos
Caso você não tenha feito a sua inscrição pelo site no dia do evento poderá fazer a sua inscrição.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Projeto do Camelódromo de Porto Alegre
PPEG - “A produção propriamente dita, a circulação, a distribuição e o consumo podem ser estudados através de dois elementos: fixos e fluxos. (SANTOS, 2008)” Conte-nos um pouco sobre o projeto do camelódromo.
Luciano Buzinello -Na verdade este projeto veio a tona em um primeiro momento e no início teve discordância do Leandro, por ser um assunto muito complexo. Mas com o desenrolar da cadeira o colega Washington teve a brilhante idéia de propor ma ligação com a estação mercado público da Trensurb com o camelódromo.
Então começamos a trabalhar em cima desta idéia. Bom o projeto visa em primeiro plano o aumento do fluxo de pessoas dentro do CPC, principalmente na ala B onde o fluxo é muito pequeno. Mas durante o desenvolvimento do projeto fui surgindo alternativas que seriam beneficiadas pela construção da passarela, uma delas e a meu ver muito importante é diminuição de pedestres circulando pelo centro de Porto Alegre, principalmente na área entre a estação mercado e a Praça Rui Barbosa onde está localizado o CPC.
Este projeto seria algo inovador para o centro da capital, pois a passarela iria fazer uma ligação com o CPC e também para que as pessoas pudessem observar e apreciar uma vista do nosso Guaíba, pois ele fica escondido em meio ao muro da Mauá e aos prédio do centro da capital. Na minha opinião é um projeto que vai ficar só no meio acadêmico infelizmente, pois ele tem toda uma questão técnica e burocrática a ser tratada e também se algum órgão governamental iria se interessar em tornar este projeto viável e executá-lo.
Nosso primeiro passo nos conseguimos colocar o projeto para as autoridades municipais, fomos muito bem recebidos na câmara de vereadores de Porto Alegre e o projeto foi muito bem aceito e elogiado até pelo líder do governo o vereador João Dib que pediu a cópia do projeto para mostrar para demais lideres do governo, se vai mostrar é outro departamento, mas lançamos a idéia, quem sabe possa ser aceita e executada, isso seria uma coisa extraordinária para nós do curso de Geografia, mostraríamos que o estudo da Geografia não está só ligado a mapas, bacias hidrográficas como muita gente ainda pensa.
PPEG - Organizar o espaço do acesso B, por exemplo, colocando mais áreas de alimentação e aproveitando a paisagem do Guaíba, ocasionando um fluxo de pessoas nesse espaço não seria umas das soluções para as vendas para o imediato momento?
Luciano Buzinello-Não da para garantir que vai aumentar as vendas e sim o fluxo de pessoas, pois a maior queixa dos comerciantes é a falta de público naquele lado, eles alegam que o lugar é muito isolado referente aos demais. Se vai vender mais não sei, mas com certeza o número de pessoas circulando diariamente no local vai aumentar porque de acordo com a Trensurb são mais de 50.000 que desembarcam na estação é claro que nem todas vão acessar a passarela, mas a maioria sim.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
VOLTAMOS!
Os trabalhos de conclusão dos colegas apresentados no dia 28 estavam excelentes! Estão todos convidados a participarem aqui no blog.Parabéns!
Geomeeting 2010- Estava muito bom o Geomeetting realizado no último dia 30, palestras de muito aprendizado, vamos convidar os palestrantes para conversar conosco aqui no blog. Destacamos o mini-curso realizado pelo sr. Marlos Batista, que já foi o nosso entrevistado no dia 25 de fevereiro, confira a entrevista.

Estão abertas até 30 de setembro as inscrições para o 1º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero. O concurso envolve redações e monografias na área das relações de gênero, mulheres e feminismos. O objetivo é contribuir para uma área pouco pesquisada, recolhendo material e conhecimento para criação e aprimoramento de políticas públicas. Mais informações pela página eletrônica do Prêmio.http://igualdadedegenero.cnpq.br
Apita o árbitro, final da Copa do Mundo para a seleção brasileira! E agora, quais as conseqüências você acredita que irá acontecer na sua cidade até 2014?