sábado, 29 de dezembro de 2012

FELIZ 2013!!!

ESSE ANO DE 2012, NÃO INTERAGIMOS COMO VOCÊS COMO ANTES E COMO DEVERÍAMOS, MAS PROMETEMOS QUE DIAS MELHORES VIRÃO....

MAS COMO EM 2013 TERÁ ENCONTRO ESTADUAL DE GEOGRAFIA, NO BAIRRO RESTINGA E VAMOS ESTAR LÁ, COM CERTEZA, DIVULGADO PARA VOCÊ NOSSO AMIGO O QUE OS GEÓGRAFOAS ESTÃO FAZENDO...

AGRADECEMOS OS NOSSOS VISITANTES, E QUE TENHAM UM ÓTIMO 2013, COMPLETO DE REALIZAÇÕES GEOGRÁFICAS PARA TODOS NÓS.

E dia 12 de janeiro tem a formatura dos colegas licenciados e bacharéis, pelo Unilasalle, Estaremos lá!!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Entrevistado do mês- Dr. em Geografia Nestor André Kaercher

Licenciado em Geografia pela UFRGS (1988), Mestrado em Educação (UFRGS, 1997) e doutorado em Geografia pela USP (2005), Quem nunca leu ou usou em sua aulas, principalmente quando está fazendo estágio,  um Globo em suas mãos? Esse é um dos livros desse nosso entrevistado, que estava no ENG 2010( clique aqui e confira como estava lotada a sala), confira a entrevista que está imperdível, deixe seus comentários e no final tem mais dicas de livros.

PPEG- No estágio que realizamos com os alunos do Educação de Jovens e Alunos, o EJA, no Unilasalle*, com idades entre 16 e 74 anos, propusemos a eles a elaboração de um dicionário geográfico onde cada aluno criava conceitos, em determinadas palavras, conforme o entendimento de cada aluno. O Sr. concorda que devemos alfabetizar o aluno em Geografia capacitando-o na sua compreensão e ter o livro didático como material de apoio?


Prof. Nestor A. Kaercher- Sempre digo aonde vou: ‘se não for imoral nem ilegal, vale a tentativa”. Todas as tentativas são válidas, desde que o professor tenha claro do porque escolheu esta ou aquela opção (de conteúdo, de metodologia, de recursos, etc). Ou seja, o planejamento intencional e prévio é fundamental. Outra coisa importante é ouvir e olhar o aluno com atenção, ver suas reações, suas motivações, seu desânimo.... para que o planejamento inicial possa ser revisto e novas tentativas sejam feitas. Quanto ao dicionário pode ser uma boa estratégia, desde que não se leve o aluno a decorar conceitos mecanicamente. Quanto ao livro didático também não tem o que objetar. Há vários deles que são muito bons. Usá-los com criatividade e criticidade é  tarefa fundamental para o professor.


* no Unilasalle a sigla correta é EAJA= ensinando e aprendedo com os jovens e alunos
PPEG - O estudante que está se preparando para o vestibular, a maioria das vezes, fica a dúvida em qual profissão que vai escolher. “Adoro a disciplina de Biologia, vou optar pela Medicina”, por exemplo. Então, como mostrar que a Geografia pode influenciar na escolha da carreira profissional? E se há alguma bibliografia sobre as disciplinas que podem ajudar nessas dúvidas?


              Prof. Nestor A. Kaercher-A opção pela carreira profissional ultrapassa em muito o ‘gostar’ ou não de algumas disciplinas. Tem fatores sociais, a história de cada família, do indivíduo, as possibilidades que se tem. Claro se tivermos mais e melhores professores de Geografia (ou de outras disicplinas) mais pessoas se inclinarão a nos ouvir com atenção. Se vão escolher a profissão a, b ou c no futuro me parece menos importante do que me ouvirem minhas aulas com atenção hoje. Não controlamos o futuro dos nossos alunos, então, o prioritário é ser um professor coerente, democrático e respeitador dos alunos. Ouvi-los com atenção não é só pra que eles repitam nossos conteúdos de Geografia. É também para eles falarem de seus desejos, sonhos, medos e planos. Isso pode ajudar o aluno a escolher com mais segurança. Quanto a bibliografias .... sobre qualquer assunto há uma infinidade de opções, boas e ruins. Logo, o primeiro passo é falar com mais pessoas, ouvi-las sobre suas opções, tanto de profissão como de .... leitura. Como se vê estou insistindo no DIÁLOGO como um processo e método pedagógico. Não é uma mera conversa de compadre. O professor não é ‘amigo’ do aluno. Ele dialoga com o aluno para debater, discutir, propor que olhemos para cantos mal iluminados que estão ao nosso redor, e, é claro, dentro de nós mesmos. Como já escrevi: não tem como docenciar sem existenciar.



PPEG- Conforme o título do seu texto: “Quando a Geografia crítica é um pastel de vento e nós, seus professores, Midas.”; como esse professor, em tempos de reality show,brigas em sala de aula e catástrofes ambientais, pode utilizar o cotidiano e despertar o interesse dos alunos pela Geografia?


                Prof. Nestor A. Kaercher- Sempre se pode olhar o copo meio cheio ou meio vazio. Problemas existem aos montes e a sala de aula não estaria fora deles. Sou um otimista porque sei que o professor PODE FAZER A DIFERENÇA PARA MELHOR PARA SEUS ALUNOS. Um professor não precisa ser um cara muito expansivo. Há bons professores tímidos (eu sou um deles) e sisudos. Cada um tem seu estilo e a riqueza da escola também é essa: tem professores de todos os tipos. Você precisa ser fiel a si mesmo, crer no que faz (e saber porque faz) e propor textos, discussões e tarefas que respeitem a inteligência e a criatividade do aluno. Eles são muito capazes, e, exceções a parte, tem boa vontade e querem aprender. Quando o aluno percebe um professor dedicado e coerente na frente dele, há uma tendência a ouvi-lo e respeitá-lo. Eu acho que temos que nos esforçar para cativá-los, claro, mas o professor não é um animador de auditório, não está lá para ser amigo ou simpático. Não estou advogando que sejamos mau humorados ou tiranos, mas também não sou daqueles que acham que somos só nós professores os responsáveis pela aprendizagem do aluno. Aprender pode ser legal, mas não é automaticamente legal. Implica trabalho, esforço, leitura, enfim, é trabalhoso, às vezes, prazeroso.


A pergunta levanta um mar de possíveis respostas. A primeira dica é pensar o cotidiano dos alunos como um ponto de partida para a aprendizagem mais sistematizada. O que eles leem, ouvem, fazem, querem, creem, temem, etc. Ouvi-los e organizar esta massa de informações pode nos ligar aos temas da Geografia. Não, não é fácil, é daí já vem outro ‘conselho”; é preciso ler, estudar, criar alternativas a partir do que os outros (inclusive livros didáticos) já propuseram. Sou otimista, creio que o professor pode marcar positivamente o aluno se ele fizer um trabalho sério, dedicado e democrático. Falta em nossas escolas ouvir o aluno com mais atenção e, a partir deste pontapé inicial, organizar sistematicamente estratégias de leitura, escritura e interpretação de diferentes textos que a vida cotidiana nos oferece.

Acreditem, leitores, vocês podem se realizar na profissão e, ajudar muitos que os ouvem a serem mais e melhores seres humanos.

Utópico? Sim, um pouco, mas com os pés no chão também se pode sonhar. Deus ao mar perigos deu, mas nele espelhou o céu, já escreveu Fernando Pessoa.
a nos ouvir com atenção. Se vão escolher a profissão a, b ou c no futuro me parece menos importante do que me ouvirem minhas aulas com atenção hoje. Não controlamos o futuro dos nossos alunos, então, o prioritário é ser um professor coerente, democrático e respeitador dos alunos. Ouvi-los com atenção não é só pra que eles repitam nossos conteúdos de Geografia. É também para eles falarem de seus desejos, sonhos, medos e planos. Isso pode ajudar o aluno a escolher com mais segurança. Quanto a bibliografias .... sobre qualquer assunto há uma infinidade de opções, boas e ruins. Logo, o primeiro passo é falar com mais pessoas, ouvi-las sobre suas opções, tanto de profissão como de .... leitura. Como se vê estou insistindo no DIÁLOGO como um processo e método pedagógico. Não é uma mera conversa de compadre. O professor não é ‘amigo’ do aluno. Ele dialoga com o aluno para debater, discutir, propor que olhemos para cantos mal iluminados que estão ao nosso redor, e, é claro, dentro de nós mesmos. Como já escrevi: não tem como docenciar sem existenciar.


PPEG- Conforme o título do seu texto: “Quando a Geografia crítica é um pastel de vento e nós, seus professores, Midas.”; como esse professor, em tempos de reality show,brigas em sala de aula e catástrofes ambientais, pode utilizar o cotidiano e despertar o interesse dos alunos pela Geografia?


Bom, sempre se pode olhar o copo meio cheio ou meio vazio. Problemas existem aos montes e a sala de aula não estaria fora deles. Sou um otimista porque sei que o professor PODE FAZER A DIFERENÇA PARA MELHOR PARA SEUS ALUNOS. Um professor não precisa ser um cara muito expansivo. Há bons professores tímidos (eu sou um deles) e sisudos. Cada um tem seu estilo e a riqueza da escola também é essa: tem professores de todos os tipos. Você precisa ser fiel a si mesmo, crer no que faz (e saber porque faz) e propor textos, discussões e tarefas que respeitem a inteligência e a criatividade do aluno. Eles são muito capazes, e, exceções a parte, tem boa vontade e querem aprender. Quando o aluno percebe um professor dedicado e coerente na frente dele, há uma tendência a ouvi-lo e respeitá-lo. Eu acho que temos que nos esforçar para cativá-los, claro, mas o professor não é um animador de auditório, não está lá para ser amigo ou simpático. Não estou advogando que sejamos mau humorados ou tiranos, mas também não sou daqueles que acham que somos só nós professores os responsáveis pela aprendizagem do aluno. Aprender pode ser legal, mas não é automaticamente legal. Implica trabalho, esforço, leitura, enfim, é trabalhoso, às vezes, prazeroso.

A pergunta levanta um mar de possíveis respostas. A primeira dica é pensar o cotidiano dos alunos como um ponto de partida para a aprendizagem mais sistematizada. O que eles leem, ouvem, fazem, querem, creem, temem, etc. Ouvi-los e organizar esta massa de informações pode nos ligar aos temas da Geografia. Não, não é fácil, é daí já vem outro ‘conselho”; é preciso ler, estudar, criar alternativas a partir do que os outros (inclusive livros didáticos) já propuseram. Sou otimista, creio que o professor pode marcar positivamente o aluno se ele fizer um trabalho sério, dedicado e democrático. Falta em nossas escolas ouvir o aluno com mais atenção e, a partir deste pontapé inicial, organizar sistematicamente estratégias de leitura, escritura e interpretação de diferentes textos que a vida cotidiana nos oferece.

Acreditem, leitores, vocês podem se realizar na profissão e, ajudar muitos que os ouvem a serem mais e melhores seres humanos.

Utópico? Sim, um pouco, mas com os pés no chão também se pode sonhar. Deus ao mar perigos deu, mas nele espelhou o céu, já escreveu Fernando Pessoa.


PPEG- Qual a mensagem que podes deixar aos nossos colegas estagiários da licenciatura?

         Prof. Nestor A. Kaercher- Acho que todas as respostas anteriores tem dicas para vocês repensarem suas práticas como estudantes e como futuros professores. Pensem nos belos exemplos de docentes que vocês tiveram, desde o Ensino Fundamental. Tentem copiá-los. Pensem nos ‘maus exemplos’ de professores. Evitem fazer o que eles fizeram com vocês. Mostrem o que de belo vocês sabem para eles: livros, filmes, histórias.
 
Façam perguntas reais e efetivas (que precisam de respostas próprias) para eles. Ouça com atenção o que eles tem a dizer. Peça para os colegas refletirem sobre o que foi dito em aula pelos próprios colegas.
 
Eduquem pelo exemplo. Sejam coerentes e éticos. Evitem sermões de bons conselhos, isso resolve pouco.
 
Creiam que uma docência comprometida pode abrir oportunidades para quem vem de baixo, e, sem dúvida, pode sempre ampliar e complexificar a leitura de mundo de todo e qualquer estudante, independente da idade ou classe social
 
Teria muito a dizer, mas acho que isso já é um início de conversa.

Obrigado. Sucesso.


Quer conhecer mais sobre as obras ( são livros de cabeceira) do Professor Nestor? Clique aqui e confira.

sábado, 17 de novembro de 2012

Amostra de Trabalhos SEFIC-2012

No dia 25, do mês passado, aconteceu a amostra de trabalhos no SEFIC 2012-Unilasalle, no qual apresentamos também o nosso tralho intitulado: Ordenamento Territorial e Telefonia Móvel: análise geográfica desses temaas em sala de aula, mas destacamos os seguintes trabalhos com orespectivos autores, e desde já  estão convidados a participar aqui no blog para divulgar os seus trabalhos:

* Cenário do Ensino Superior no Rio Grande do Sul-Marilú Lessa, Carla Lima, Luana Blume, Rita de Cássia e Moisés Waismann.

* Construções de maquetes associada ao uso de tecnologias para significar a aprendizagem em geometria: uma prática pedagógica. Guilherme Santos, Fernanda Lence e Vera Lúcia F.

* Levantamento de animais atropelados em um trecho da estrada ers 030 km 84/94, Rio Grande do Sul, Brasil. Luciana Cardoso e Cristina Cademartori.

* O discurso sobre gênero e etnia: a realidade do ensino fundamental em um município do Vale dos Sinos/RS. Carlos Muller e Neusa Ribeiro.

* Política Pública de Cotas Raciais como forma de Ingresso no Ensino Superior. Lívia Cardoso e Márcio Donat.

* Reinserção social de usuários do sistema de saúde mental no municipio de Canoas-RS. Ronaldo Silva Lopes , Bruna dos Santos e Balduíno Andreola.

* Violência Escolar x Criminalidade. Arlindo Weber e Paulo Fitz.

sábado, 10 de novembro de 2012

Avisos 75

Clique no convite e acompanhe ao vivo esse seminário. Lembrando que esse tema foi meu tcc no ano passado apresentado na Unilasalle.



Forum Palestina Livre, em Porto Alegre, de 28 de novembro a 10 de dezembro, em Porto Alegre. Quer saber mais clique aqui


Clique e confira esse Workshop:


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Feira do Livro

Começou a Feira do Livro em Porto Alegre (26 de outubro a 11 de novembro) além de literatura, também há amostras de filmes , palestras e bate-papo, no qual assistimos o Diário do Clima, de Sônia Bridi.

Por 3,00 reais, isso mesmo, compramos o livro que faz parte da série Comunidades Tradicionais, São Miguel e Rincão dos Martinianos: ancestralidade negra e direitos territoriais, dos organizadores José dos Anjos e Sérgio Silva, ed. UFRGS.

Mas nessa primeira semana fizemos uma pesquisa para sugerir à você nosso visitante, e se tens alguma sugestão de livro deixe nos comentários ou se quiser nos envie um email que divulgaremos aqui.

LIVROS:

* BASE GEOGRÁFICA PARA O POVOAMENTO NO RS, NILO BERNARDES.

* RELAÇÃO BRASIL-ÍNDIA (1991-2006), MÁRCIA VIEIRA

* O ESCRAVO NO RS: TRABALHO, RESISTÊNCIA E SOCIEDADE, MÁRIO MAESTRI

* GEOGRAFIA, LITERATURÁRIAS E CULTURAIS: ESPAÇOS/ TERRITORIALIDADE, GILDA BITENCOURT.

EVENTOS:

02/11- 14h30 min - COMISSÃO DA PAZ: HISTÓRIA E MEMÓRIA SOBRE A DITADURA NO URUGUAI, local Memorial do RS, sala dos Jacarandás.

05/11- 14h30 min - História e Educação e Africanidades, local Memorial do RS, sala dos Jacarandás.

05/11- Acessibilidade e Inclusão Social: Oficina introdução ao Braile (com pré-inscrição)

Sessão de Autógrafos

02/11- Educação básica e práticas pedagógicas: licenciaturas em debate. Deniz Nicolay, Caroline Voltolini e Elsio Corá.14 h.

A evolução do Estado na Perspectiva da questão ambiental, Nádia Scariot. 14 h.

9/11- Patrimônio artístico caminhos, memórias e preservação. Nádia Weber , Zilá Bernd (org.)20 hs

11/11- Paisagem: leituras, significados e transformação, Roberto Verdum (org.) 17 horas.

sábado, 20 de outubro de 2012

Conheça a usina virtual do Etanol

A Usina Virtual mostra em detalhes todas as fases da produção de açúcar, etanol e bioeletricidade: do desenvolvimento de novas variedades ao plantio e a colheita da cana, passando pela moagem, fermentação, destilação, cogeração, reuso e reciclagem de resíduos e insumos, embarque dos produtos finais e o dia-a-dia dos trabalhadores do setor. Esse vídeo é uma criação da Usina da Indústria de Cana- de- Açúcar, clique na figura abaixo e depois em cada um dos números,que constam da figura, e terá um pequeno filme mostrando o ciclo de produção.

Depois,se possível,deixe seus comentários.

Avisos 74

1° Seminário de Mobilidade Humana, no dia 22 de outubro, das 8:30 às 18h,Local: Auditório do Palácio do Ministério Público Estadual, Praça Marechal Deodoro,110/ 3º andar (esquina com Jerônimo Coelho), Porto Alegre. Confira a programação e faça sua inscrição clicando aqui.
 

Clique em cima da figura e saiba como fazer sua inscrição nesse Seminário. 


A Revista ELETRÔNICA GEOARAGUAIA está recebendo artigos para serem avaliados e publicados, sabe mais clicando aqui.


XVI Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (Foz do Iguaçu, 13 a 18 de abril de 2013) , o prazo para envio de trabalho é até o dia 10 de novembro, quer saber mais clique aqui.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Nota Ofical

O Centro Universitário La Salle - Unilasalle/Canoas vem a público prestar os esclarecimentos pertinentes em relação aos Cursos de Graduação em Ciências Econômicas, Geografia, Matemática, Psicopedagogia e Tecnólogo em Negócios Imobiliários, os quais, a partir do próximo semestre letivo (2013/01) não mais serão oferecidos.


Trata-se de decisão institucional do Unilasalle, respaldada na legislação educacional em vigor e no Regimento e Estatuto da Instituição, adotada conjuntamente com os seus Conselhos (Conselho Universitário – CONSUN, Conselho Acadêmico e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE), os quais identificaram a inviabilidade de manutenção dos cursos em referência.

Após monitoramento sistemático (por três anos), constatou-se que os cursos acima citados tiveram reduzida procura nos últimos vestibulares, situação que redundou na realização de pesquisa de mercado, a qual ratificou esta tendência de diminuição da procura por estes cursos. O número de alunos matriculados nos cursos, abaixo do ponto de equilíbrio necessário para a sua existência, torna o seu oferecimento inviável do ponto de vista educacional, institucional e econômico.

Não obstante tais considerações, o Centro Universitário La Salle assume o compromisso de que todos os alunos matriculados nos cursos em referência, concluirão suas Graduações dentro da mais absoluta normalidade, dispondo de todos os recursos educacionais necessários e sem nenhum tipo de prejuízo.

O Centro Universitário La Salle manifesta também seu compromisso de que não haverá prejuízo das atividades sociais, filantrópicas e institucionais desenvolvidas no âmbito da Rede La Salle. Todos os trabalhos de responsabilidade social estão ligados diretamente à Instituição e não a cursos específicos. As comunidades continuarão sendo atendidas pelos projetos com a mesma qualidade e responsabilidade que marcam a história do Unilasalle em mais de um século de existência na cidade de Canoas.
Fonte: Unilasalle

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Culpa do Mercado???? Acabar com curso de Licenciatura????Não acreditamos nisso!!!

Unilasalle pode cancelar ingresso de estudantes em cinco cursos:Centro universitário garante formatura para os matriculados


Canoas - O Centro Universitário La Salle (Unilasalle) anunciou nesta segunda-feira a possibilidade de cancelar o ingresso em cinco cursos. O Conselho Universitário irá analisar, nesta sexta-feira, o fechamento de vagas nas graduações de Geografia, Matemática, Psicopedagogia, Ciências Econômicas e Negócios Imobiliários (tecnológico). A medida, segundo o vice-reitor Cledes Casagrande, deve-se à baixa procura em recentes vestibulares. Ele garante, porém, que os matriculados têm garantidos o processo de conclusão e a formatura. Acentua que a instituição não enfrenta crise administrativa ou financeira, mas decidiu reorganizar-se para melhor atender ao mercado. Tanto que o Vestibular 2013 terá as novas engenharias (civil, química e de produção) na oferta.Fonte: Diário de Canoas .

Até faria como os nossos visitantes do blog que escrevem nos comentários , mas decide comentar aqui mesmo depois de ler essa reportagem. para quem não sabe Sou Licenciada em Geografia ( 2011/2) desta Instituição de mais de 100 anos , da qual quem criou foi o Irmão João Batista de La Salle, Padroeiro Universal dos professores, sempre visando a educação, para quem não conhece a história dos irmão lassalistas, eram de uma família de poder $$$ e mesmo assim abdicou do MERCADO , digo poderio finaceiro e investiram friamente na educação..

Bom acredito, que até pela o curso, criado à mais de 35 anos , não vai acabar assim por culpa do Mercado, pois acredito que falta divulgação do curso, tanto Institucional ou por aqueles que nos representam, assim como faço aqui no blog, sem visar Mercado nenhum,  sempre mencionado o Unilasalle, ou até mesmo os colegas que vão apresentar o TCC, sendo que isso nem na página da própria Instituição coloca para divulgar para outras faculdades para saberem ou mesmo, perguntarem como é tal pesquisa. Isso chama divulgação e não Mercado. Quantos colegas da UFRGS, da PUC, ULBRA, entre outras e de outros países que ne vou mencionar, é só olhar quantos acessos têm o blog e saberás a dimensão que atinge, os colegas destas Instituições sempre me perguntam, és aluna (ou foi ) do Prof. Dr. em Geografia, Paulo Fitz,digo que sim, e digo também também que foi nosso coordenador, é claro , curso de Geografia tem que ser Geógrafo sem dúvida, até o MEC sabe disso, outros quando menciono que o Ms. H. Hasenack também é ou foi meu professor ou o Ms. Arno Lenhen então, nem se fala, esse foi mestre desse professores que cruzamos em algum ENG ou EGG, entre os outros professores que estão ou fizeram parte da Instituição.

Mas  contamos com o apoio de todos os colegas e vistantes desse blog. Se puderem comentar, se possível colocando até a cidade, ou o curso que faz será uma ajuda e tanto para nós que gostamos e sempre vamos gostar, POR QUE GEOGRAFIA É PARA TODOS E PRINCIPALMENTE COM TODOS!!!

Assim como o Magníssimo Sr. Reitor sempre menciona em sua fala que nós levamos um sobrenome, depois de formados. Mas levava esse sobrenome até mesmo antes de me formar nas apresentações do SEFIC2009-2010-2011, nas outros eventos geográficos, como voluntária do SIGSUL, voluntária do ENG 2010,como voluntária na Vila João de Barro com a Pastoral, na Câmara Municipal de Porto Alegre, no blog Pedageo,entre outros eventos, sem mencionar os contatos dos colegas de outras universidades, tenho certeza que o Reitor tem um carinho muito grande pelo nosso curso assim como os outros, não quero perder o meu sobrenome,ficar órfã desse sobrenome,  não quero me  apresentar no próximo SEFIC 2012 assim: sou a Silvana do curso extinto.

Obrigada à todos os vistantes do blog, assim assino :

Silvana Geografia do Unilasalle

sábado, 1 de setembro de 2012

Avisos 73

Estão abertas as inscrições para submissão de trabalhos na VIII Semana Científica Unilasalle - Educação, Saúde e Desenvolvimento. A Semana Científica do Unilasalle acontece entre os dias 23 e 25/10 e reúne o Salão e Feira de Iniciação Científica (SEFIC) e a Mostra de trabalhos Científicos (MTC). Clique aqui e saiba mais. Participe, nesse vou participar novamente, te encontro lá no La Salle.


 O III Seminário Nacional "O Papel do Geógrafo no Contexto Social Atual", com o tema: A questão urbana e regional no cenário (inter)nacional; o I Seminário Internacional "O Papel do Geógrafo no Contexto Social Atual" (SIPGEO); e o III Encontro Natalense de Geógrafos ocorrerão em Natal-RN, simultaneamente, de 26 a 29 de setembro de 2012. Saiba mais com partipaticipar clicando aqui.

V- Encontro Paraibano de Geografia, de 29 a 01/11/2012-Campina Grande-PB,  saiba mais clicando aqui.

Convite

A Associação de Pesquisadores Polares em Início de Carreira (The Association of Polar Early Career Cientists/APECS) é uma organização internacional e transdisciplinar para estudantes, pesquisadores e demais interessados nos ambientes polares e na criosfera (www.apecs.is e no Brasil http://www.facebook.com/APECSBrasil).Dezenas de países realizam inúmeras atividades durante a semana Polar. Neste ano APECS-Brasil e APECS-Portugal estão organizando atividades conjuntas integrando cientistas polares de Portugal com alunos e professores brasileiros e cientistas polares do Brasil com alunos e professores brasileiros. A principal razão desta integração se deve a facilidade de comunicação e também porque os dois países realizam atividades científicas nos pólos mas não são considerados países polares pois estão distantes da Antártica e do Ártico. Cerca de 10 escolas em cada país já estão organizando as atividades que irão ocorrer entre os dias 22 e 26 de setembro de 2012. Escolas, professores e alunos do Brasil que queiram participar destas atividades podem entrar em contato com a APECS-Brasil (apecsbrasil@gmail.com).
 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Avisos 72

El Movimiento de los Geógrafos Brasileños

Semana que vem vamos trazer os comentários de tudo que aconteceu no ENG 2012, mas antes colocamos o artigo do colega Raúl Zibechi arespeito do XVII ENG. Depois de ler o artigo deixe seus comentários, clique aqui e confira.

sábado, 21 de julho de 2012

É AMANHÃ!!!

Confira a programação do ENG-2012, aqui em Porto Alegre foi mais 5 mil inscritos e em Minas Gerais quantos estarão?

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Bate -Papo ENG 2012-Thiago Hioshino

Formado em direito pela Universidade Federal do Paraná e atuante na assessoria jurídica popular e pesquisador junto a comunidades urbanas em Curitiba e Região Metropolitana. Dessa práxis surgiu o interesse específico em desenvolver, em nível de mestrado, uma investigação mais aprofundada sobre a relação entre as dinâmicas próprias da cidade e os processos de dominação/interação sócio e étnico-espaciais, em diálogo com marcos teóricos da história, da antropologia e da geografia. Nesse último caso, a aproximação, tanto na academia como na militância política, deu-se mais intensamente em função da articulação de resistências às violações de direitos e aos impactos gerados pela recepção dos megaeventos esportivos no Brasil, por meio da atuação dos Comitês Populares da Copa e Olimpíadas, de composição multifacetária e multidisciplinar, organizados hoje numa Articulação Nacional das 12 cidades-sede. O bate-papo de hoje é com Thiago Hioshino, deixe seus comentários para o nosso convidado.

PPEG- Como é (ou qual é o objetivo) dos Comitês Populares da Copa?

Thiago - A associação entre os megaprojetos neodesenvolvimentistas do Estado brasileiro, o modelo de empresariamento urbano que vem sendo adotado pelas gestões locais e a recepção de uma seqüência de grandes eventos no país, em especial de natureza esportiva (Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos 2016), pelo tipo de economia simbólica própria que são capazes de mobilizar, produz um conjunto grave de impactos sociais, ambientais e urbanísticos em nossas cidades. Os Comitês Populares da Copa consistem em espaços autônomos de confluência de lutas populares desde a sociedade civil organizada (movimentos sociais, ONGs, universidades, sindicatos, coletivos independentes de cultura e mídia, comunidades atingidas, etc.), que busca enfrentar as violações de direitos das populações ameaçadas por esse processo, bem como monitorar a ação governamental e dos agentes privados, produzindo informação e fortalecendo e atualizando a agenda da Reforma Urbana e do Direito à Cidade. Grande parte dessas ações podem ser acompanhadas através do portal: http://www.portalpopulardacopa.org.br/ Aí encontra-se também disponível a segunda edição do Dossiê Nacional "Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil", que relata, em linhas gerais, denúncias recolhidas pelos Comitês Populares e análises que estes têm realizado sobre o tema.
 
PPEG-Como vai ser a abertura da mesa redonda com a presença de Jorge Luiz Barbosa e Willian Rosa Alves de Auditório 1A CAD123-jul / 19h00 no Eixo 1-Reestruturação produtiva do capital: grandes projetos de desenvolvimento e conflitos territoriais, a temática: A copa do mundo é nossa? Expropriação como esporte.
 
Thiago - Em resumo, como representante da Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa (ANCOP), pretendo expor alguns dos casos mais emblemáticos em termos de violações de direitos humanos e impactos socioambientais com os quais temos trabalhado nas 12 cidades-sede dos jogos, além de compartilhar as análises mais gerais que temos levado a cabo sobre esse processo específico como parte de um espectro mais amplo de problemas relacionados ao modelo de governança e "desenvolvimento" urbano atualmente hegemônico, o qual reforça a exclusão ao impor as regras do mercado como diretrizes de produção, reprodução e organização do espaço. Mais do que isso, a ideia é também debater as estratégias de resistência que têm surgido a partir da mobilização popular para enfrentar essa nova fase de reterritorialização do capital nas cidades.
 
Fica como sugestão de leitura e reflexão o Dossiê Violações de Direitos Humanos, clique aqui e confira.

 

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Bate -Papo-ENG 2012- Bianca Roqué

Formada no curso técnico em Turismo com habilitação em Guia de Turismo regional na Escola Técnica Tancredo de Almeida Neves em Ubatuba – SP, também é graduada em Administração com Habilitação em Hotelaria e Turismo pela Universidade de Taubaté – UNITAU campus Ubatuba e atualmente está cursando mestrado em Geografia na Universidade Federal do Rio Grande –FURG. A nossa entrevistada nos preparativos do ENG 2012 é Bianca Roqué, depois de ler a entrevista deixe seus comentários.
 PPEG-  A Maquete da Cidade de Ubatuba: História, Geografia, Cultura e Arte,Confecção de Maquetes como Ferramenta para Orientação em Atrativos Ecoturísticos e Confecção de Maquetes como Ferramenta para Educação. Por quê esse fascínio pelas maquetes?
 Bianca  - Eu sempre gostei de maquetes, desde criança. Acredito que muitos pesquisadores desenvolvem pesquisas sobre suas curiosidades de infância. Quando ingressei no curso técnico em Turismo, aos 16 anos, visitei o Memorial da América Latina, em São Paulo, onde há uma maquete de toda América Latina construída pelos cartunistas Geppe e Maia, com um vidro onde podemos caminhar em cima da maquete. Considero esta obra de arte uma das mais bonitas que já vi. Quando ingressei para a universidade comecei a estagiar no Parque Estadual da Ilha Anchieta, em Ubatuba, onde tem uma maquete de toda ilha no Centro de Visitantes. Eu realizava trabalhos de monitoria com os visitantes ao redor da maquete, e percebi a importância desta para a explanação e observação do espaço.
Decidi construir uma maquete da cidade inteira, como bolsista de Iniciação Científica, que ficou em exposição no Centro de Informações Turísticas da cidade. Acredito que a maquete é um recurso visual muito interessante, pois é tridimensional, desperta interesse no processo de ensino-aprendizagem e facilita a abstração dos alunos, podendo ser utilizada em todos os níveis de ensino.
Também considero que quando um pesquisador inicia uma pesquisa sobre uma determinada temática na graduação e aprimora sua pesquisa na pós-graduação, esta pesquisa ganha maior consistência, já que as experiências anteriores do pesquisador contribuem no processo de reflexão.



PPEG- Como será a Oficina de Maquetes Cartográficas a ser realizada no ENG 2012, em Minas Gerais?
  
Bianca- Serão confeccionadas maquetes pequenas, do tamanho de uma folha A3, em grupos de 3 ou 4 pessoas, considerando que o tempo da oficina é de apenas 3 horas. Vou levar alguns mapas com as curvas de nível. Vamos transpor as curvas de nível para o papelão, depois fazer um acabamento com jornal e cola e pintar. Vou falar sobre como as maquetes podem ser utilizadas no processo de ensino-aprendizagem, suas vantagens e desvantagens. A maquete pode ser utilizada por profissionais de Geografia não apenas como recurso didático. Quando desenvolvemos um projeto em um determinado espaço, podemos ilustrá-lo através de uma maquete, assim como fazem os professionais de arquitetura e engenharia.

sábado, 30 de junho de 2012

Avisos 71

O PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA/UFRGS CONVIDA:
Defesa de Tese de Doutorado-Data: 02 de julho de 2012, segunda-feira;Horário: 14 horas;Local: Anfiteatro do Departamento de Geografia, Prédio 43.136, Campus do Vale/ UFRGS.
Aluno(a): Dilermando Cattaneo da Silveira
Título do trabalho: "Estratégias alternativas de reapropriação da natureza: autonomia e autogestão territorial em áreas protegidas" Orientador(a): Profa. Dra. Dirce Maria Antunes Suertegaray
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Jorge Ramón Montenegro Gomes (UFPR);

Profa. Dra. Rosa Maris Rosado (PMPA);

Prof. Dr. Álvaro Luiz Heidrich (POSGea/UFRGS);

Prof. Dr. Nelson Rego (POSGea/UFRGS)


 
Câmaras Temáticas do Comitê Organizador Sede-Porto Alegre 2014 , confira no BLOGE BLUE, da nossa colega Geógrafa Lucimar Siqueira. Clique aqui.

XVII Encontro Nacional de Geógrafos - XVII ENG. Belo Horizonte – 22 a 28 de julho de 2012UFMG – Campus Pampulha
Tema: Entre escalas, poderes, ações, Geografias. Tá chegando o dia, em breve vamos trazer o pessoal que vai participar das mesas redonda. Já fez a sua inscrição para participar do ENG? Procure a sua seção local e participe.

“Consciência Mundial: por um conceito de desenvolvimento para o século XXI”, o pensador francês Edgar Morin aborda os dilemas que desafiam a humanidade nesse início de milênio, colocando em xeque os modelos hegemônicos de desenvolvimento, que mostram estar em desacordo com os ritmos dos ciclos do planeta. Clique aqui e saiba mais.
Seminário Estadual de Educação do Campo. Quer saber mais? Aonde vai ser ? clique aqui.,

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Entrevistada do Mês- Geógrafa Shirley Dini

Foi convidada para atuar como Geógrafa na CETESB aceitou e deixou a escola que lecionava. Durante esse tempo, também a convite ministrava aula como professora auxiliar de Aerofotogametria para alunos de Geologia da USP, mas mesmo assim continuava como técnica na CETESB. Na USP realizou sua Pós-Graduação como aluna especial em Geomorfologia e Pedologia, era a única mulher no grupo dessa disciplina. Em 1979, como falamos aqui no sul, mudou-se de “mala e cuia” para o RS e logo começou a trabalhar na METROPLAN, inicialmente na área física ambiental. Entretanto percebeu que necessitava aprender cada vez mais e realizou os cursos como aluna especial na Faculdade de Agronomia na UFRGS, na pós-graduação (Gênese e Classificação de solos e Morfologia da Paisagem).

Paramos por aqui, e deixamos a nossa entrevistada do mês, paulistana de nascimento e gaúcha de coração, a Geógrafa Shirley Dini a falar mais da suas experiências como Geógrafa e para quem pensa que ela parou de trabalhar, engana-se! Atualmente trabalha na METROPLAN acompanhando as reuniões dos Planos de Bacia e está sempre aprendendo cada vez mais. Se quiser saber aonde ela está nesse esato momento, com certeza estará pesquisando, ela não pára mesmo! É uma lição para nós da Geografia!
Depois deixe seus comentários para a nossa entrevistada.


PPEG – Shirley, conte aos nossos visitantes como foi participar dos projeto do IBGE, os limites do RGS e participar do projeto do aeroporto em São Paulo?

Shirley Dini - No Departamento de Aeroviário de São Paulo, realizei um curso de Aerofotogametria. A minha amiga era consultora da CETESB e me convidou para estagiar no mesmo órgão na área de consultoria. Depois disso fui convidada para participar da escolha do novo aeroporto em São Paulo( não lembro se era Guarulhos ou Congonhas), na análise física e ambiental, e demografia. Também trabalhei no enquadramentos de Bacia, no Proálcool, mas enquanto isso eu ainda lecionava na escola e estudava o Curso de História à noite na USP. Quando estudei na USP conhecia a Dirce Suertegaray, (saudades dela) e prestei concurso para a UFRGS,fiquei em terceiro lugar. Depois surgiu um trabalho contratado pela CPRM para fazer um trabalho de Geomorfologia , a Cata de Porto Alegre. Lembro que três grandes projetos que foram realizados: o Projeto PROTEGER, Arquivo Gráfico e Perímetro Urbano Municipal. PROTEGER---foi um convênio realizado entre a METROPLAN e a CPRM a fim de elaborar mapas temáticos: da bacia hidrográfica do rio Gravataí; município de Estância Velha e Parobé, ambos do RS. Através dos mapas temáticos (geologia, geomorfologia e uso do solo e aptidão do solo) para reconhecimento das fragilidades da bacia e dos municípios para serem depois monitorados para futuros trabalhos, como o plano diretor. Arquivo Gráfico - foi um projeto feito entre os dois governos a fim de traçar os novos municípios que haviam sido emancipados desde que se formaram as divisas municipais.Inicialmente tinham três municípios depois foi feitos uma cronologia e mapeando através das leis municipais os limites municipais. Nesse trabalho foram corrigidos vários municípios e proporcionou que os prefeitos conhecessem a sua área municipal e tentassem modificá-la quando não satisfeitos.

Trabalhei no Departamento de Gestão Territorial, DGT, identificando loteamentos, atuando na vistoria na parte ambiental e também fazendo os perímetros urbanos municipais e distritais. Por fim, participei de todos os projetos na área física ambiental na METROPLAN e na Cartografia temática, em especial na elaboração de mapas temáticos realizando uma descrição dos mesmos. Trabalhei no arquivo gráfico municipal no IBGE com sede na região Sul-Florianópolis.

PPEG - Como foi ser aluna, dos maiores geógrafos do Brasil: Milton Santos e Aziz Ab’Saber?

Shirley Dini -Através do Mestrado, em Geografia Urbana, no prédio da Arquitetura FAO, USP, aonde as disciplinas eram lecionadas, que tive a oportunidade de ser aluna do professor Milton Santos e da Maria Adélia. Eles eram rígidos no conteúdo, eles nos repassavam muitas bibliografias para a leitura e depois amos em aula. Tínhamos que estar preparados! Nos reuníamos em grupo, e eu era a única Geógrafa nessa disciplina, não lembro agora o nome da disciplina ministrava, Eles eram os verdadeiros livros ali na nossa frente! O intercâmbio era muito grande entre eles com o restante do mundo na nossa área, sempre atualizados!O professor AZIZ,(.... pausa com um olhar sereno) COMPETÊNCIA! Aulas teóricas e após campo. A partir dele que despertou o meu interesse na Geomorfologia, a minha especialização. Também se sentia nos trabalhos desenvolvidos em suas aulas o enorme conhecimento que possuía e os relacionamentos com o exterior.


PPEG-Para finalizar, qual a sua sugestão de prática pedagógica para os futuros Professores?

Shirley Dini- Sugiro uma teoria explicando o que é Bacia Hidrográfica e por que se estuda , qual a razão.... após a abordagem teórica e domínio dos conceitos levantados em sala de aula, em seguida campo a fim de se fazer o reconhecimento dos conceitos levantados. Como sugestão indico a Bacia do Taquari-Antas, a qual eu faço parte.








terça-feira, 19 de junho de 2012

Avisos 70

Workshop Prático/Location Intelligence: uma solução crítica no apoio à decisão, em Portugal, confira aqui.

II Encontro de Geografia do Sudoeste do Pará. O tema será: Desenvolvimento e Transformações Sócio-Ambientais na Amazônia". Clique aqui e confira.

Desenvolvimento e evolução: como se relacionam esses dois processos de mudança? Dia 27 de Junho- 18:00, O evento ocorrerá no Auditório da Biblioteca Pública do Estado da Bahia, na Rua General Labatut, 27, Barris, Salvador-BA.

Curso: Uso Escolar do Sensoriamento Remoto para Estudo do Meio  Ambiente , será realizado nos dias 16 a 25 de julho, saiba mais sobre a programção clicando aqui.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A criança que calou os adultos!


Depois de 20 anos, ela estará de volta no RIO+20, Severn Suzuki! Depois de assistir o vídeo , deixe seus cometários.


video

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Magistério do Rio Grande do Sul-SEDUC

Formada em Geografia (URI -Santiago), especialização em metodologia do ensino superior (UNICRUZ) e psicopedagogia (EFRJ). mestre em educação pela UFSM , conversamos com a Secretaria adjunta da Educação( SEDUC)  Maria Eulalia Nascimento. Mencionamos que ficamos no aguardo do CPERS para ter igualdade, mas não obtivemos as respostas até a colocação dessa entrevista. Depois de ler a entrevista que realizamos, antes do concurso público do Magistério, deixe seus comentários.


PPEG- A escola Presidente Roosevelt, a qual estudei o meu ensino fundamental e médio e realizei o meu estágio, foi a pioneira na implantação nas mudanças curriculares no ensino médio. Como a comunidade está aceitando essas mudanças?

Maria Eulalia Nascimento- Esta escola, pela sua própria história, já vem buscando há algum tempo, ofertar um ensino médio mais contextualizado aos seus alunos. Nesse processo de reestruturação curricular do EM, o trabalho nos Seminários Integrados busca concretizar as Diretrizes Curriculares Nacionais e está sendo acompanhado e bem compreendido pela comunidade escolar.


PEEG- Há várias reclamações de todos os lados. Uns dizem que o salário é muito pouco, entretanto depois de sete anos, houve mais de setenta mil inscritos nesse último concurso público para dez mil vagas. Perguntamos: hoje quantos professores em caráter emergencial há no Estado? E para os colegas que passaram no Concurso Público está garantido, nesse momento, o Piso Nacional ou o Regional?

Maria Eulalia Nascimento- Numa sociedade capitalista os trabalhadores sempre terão o que reivindicar, tanto para obter como para manter direitos, mesmo num Governo como o nosso que busca recuperar a imensa defasagem salarial, na carreira e nas condições de trabalho que vieram se acumulando nos últimos anos.Devido à ausência de concurso desde 2005, hoje há 18 mil contratados na rede. Os professores nomeados pelo último concurso receberão o mesmo salário e a mesma carreira dos professores efetivos que atuam na rede estadual.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

XXXI-Encontro Estadual de Geografia-2012

Licenciatura em 1987 e bacharel no ano de 1988 em Geografia pela UFRGS, Roberto Verdum ingressou como professor no Departamento de Geografia/IG/UFRGS em 1989. Tornou-se Mestre (1993) e Doutor (1997) pela Université de Toulouse Le Mirail, Toulouse, França. O nosso entrevistado de hoje vai nos adiantar como será a o diálogo de encerramento do EEG, já fica o convite para você , nosso visitante, participar de todo o evento. Depois de ler a entrevista deixe seus comentários.
Quer saber quem mais vai participar no Estadual de Geografia que começará amanhã;clique aqui.

 PPEG- Como o “boom” dessas ferramentas tecnológicas, ainda podemos fazer as mesmas geografias, mas com as mesmas ações?


Roberto Verdum- Acredito que o “boom” dessas ferramentas não é de agora, mas desde os anos de 1980, com as teorias e métodos quantitativos na Geografia, elas ofereciam possibilidades diferenciadas quanto às maneiras de fazermos pesquisas e à obtenção de análises e produtos em Geografia. Estes eram obtidos a partir dos referenciais teórico-metodológicos com suporte de sistemas de informática e estatística.

Neste período, o surgimento da chamada Geografia Crítica, principalmente no Brasil, comporta outros referenciais que de certa forma questionavam a aplicação dos modelos quantitativos para explicar as dinâmicas, sobretudo sociais, nos chamados países em desenvolvimento, a exemplo do Brasil.

Gradativamente, com o avanço e a ampliação do acesso à tecnologia, os geógrafos foram inserindo as bases materiais e as técnicas dos sistemas de informática em suas pesquisas, sendo que estas condições potencializaram em muito suas práticas e seus produtos analíticos e de síntese geográfica. Sobretudo, no interesse dos estudos das relações natureza-sociedade e na geração dos produtos do SIG. Estes, cada vez mais, reconhecidos no âmbito das atividades profissionais, como fruto do trabalho dos Geógrafos.



PPEG- Poderia nos adiantar ,como vai ser a palestra de encerramento do Encontro Estadual de Geografia “O professor, o bacharel e o estudante, diferentes ações, as mesmas geografias?

Roberto Verdum-A proposta de participação nessa mesa do EEG procurará situar um quadro referencial da minha experiência enquanto professor responsável pela disciplina de Estágio Profissional de Geografia, do curso de Bacharel em Geografia da UFRGS, onde discutimos diversos aspectos, tais como: a formação do profissional, o seu reconhecimento social e as suas atribuições profissionais.

Nota-se a necessidade, ainda, de estruturação de nossas organizações associativas e mesmo sindicais, que ainda não existem, como sendo um conjunto de profissionais que se faça reconhecer socialmente e que amplie sua atuação profissional.

Além disso, gostaria ao final da exposição, de trazer algumas reflexões sobre a ética e a ética profissional, temas pouco discutidos na nossa formação e na nossa prática profissional, mesmo sendo eles fundamentais para nossa atuação na sociedade.

sábado, 12 de maio de 2012

Avisos 68

"Histórias de campo"

Alguma histórias de campo serão contadas,no dia do Geógrafo, pelo  Dr. Roberto Verdum, Msc. Ronaldo Godolphim Plá e Dra. Dirce Maria Suertegaray .
Local: Auditório da Livraria Cultura no Bourbon Country, Av. Túlio de Rose, 80 -Loja 302, 91340-110 - Passo DAreia - Porto Alegre - RS, Dia 29 de maio das 20:00 às 21:30 hs.


Sabe o que significa esse logo? Não? Então clique em cima dele e faça a sua inscrição.Está chegando o dia!



Avisos 67

O Professor, o Bacharel e o Estudante: diferentes ações, as mesmas geografias?

18 a 20 de maio de 2012, Universidade Federal de Rio Grande – FURG -Rio Grande – RS
Saiba mais clicando aqui.


Avisos 66

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Piso Nacional, Solução Federal

Há fortes indícios no ar. Ventos de mudança estão soprando. A sessão de segunda-feira da Assembleia Legislativa do RS foi uma das mais incendiadas das últimas décadas. Dentro e fora da Casa professores descontentes protagonizaram mais um surto de indignação contra a deplorável situação vivida há décadas pelo magistério estadual. Para eles, eram irrelevantes os resultados da reunião, e a aprovação ou não da proposta oficial de aumento salarial tinha apenas caráter espetaculoso e pirotécnico.

Com efeito, muito mais do que cifras e percentuais, de novo é a educação e o futuro do Brasil que estão em jogo, o qual agora parece se encaminhar para o final. Nessa disputa, Governo popular que se preza deveria almejar ser derrotado, mas estranhamente faz questão de, até os últimos suspiros, vitaminar a resistência, para que ao final se torne obrigado a ceder para tudo aquilo que almejaria acolher desde o início.
Esquisita psicologia é essa praticada pelos nossos governantes, seres humanos como nós, que escolhem sempre se mover sob pressão. Como explicar para algum extraterrestre que no Brasil Grande do Sul, ou no Rio Grande do Sul do Brasil, a forma de agir dos representantes do povo passa por uma pescaria muito bizarra, onde primeiro se joga a isca e depois se fica esperando ser arrastado pelos que a mordem. Por exemplo, primeiro um ministro da Justiça cria um piso nacional para o magistério pensando em mais tarde se tornar governador e poder implementá-lo. Mas depois, quando a isca foi fisgada pelo cardume dos trabalhadores da educação, e já como governador de estado, ele argumenta que o piso não foi criado para esse momento. Ingenuidade? Má-fé? Ardileza política?
Entre nós, para bobo o governador não serve. Os verdadeiros animais políticos são invariavelmente intelectuais, tendo ou não tendo passagem por academia. Tendo ou não tendo malhado numa universidade. Quem propôs um piso nacional para o magistério quando piso não havia não pode ser acusado de Hitler. O que, então, ele é? Se tudo der certo, se dessa vez, como ele no fundo espera e torce, os professores permanecerem protestando com veemência e força no limite da sobrevivência, não sobrará alternativa para os governos estadual e federal senão a de reconhecer a legitimidade das reivindicações e generalizar país afora o atendimento às súplicas dos professores estaduais, abrindo enfim a válvula de escape para uma pressão acumulada há dezenas de anos no Rio Grande e no país.
E aqui vai uma boa notícia para os docentes simpatizantes do bem-falante Tarso Genro: o resultado disso para ele será o upgrade que precisa para se tornar o maior lutador contemporâneo pela qualidade do ensino no país. Emergirá da cena, sem dúvida, candidato natural à presidência da República Federativa do Brasil. Não se espera outro caminho, e os próximos passos já estão escritos nas estrelas.
A vitória da educação está finalmente começando a acontecer. Jargão que sempre se repete, a base para o progresso em qualquer lugar são as escolas. E o que estamos a presenciar é o começo da tão aguardada revolução no ensino. Receita para ela veio dos sucessivos governos. Ingrediente principal: uma multidão de professores mal pagos frustrada e enraivecida de tanto ouvir empulhações. Modo de fazer: misture ilusões e falsas promessas em quantidades extremas. Leve à saturação. Bata tudo e acrescente fermento da marca Piso Nacional. Jogue no forno e torça para explodir rápido. Professores e professoras, se formos espertos dessa vez não podemos nos intimidar.
Chegou o momento. Admiradores de Tarso, isso é o que o governador deseja e precisa. Temos como nunca o apoio da sociedade. Não somos mais sensíveis às acusações de que nosso movimento ameaça os limites da governabilidade e do estado de direito. Quando o governo desrespeita as leis que ele próprio criou é porque está a implorar por ajuda. Está dizendo aos que morderam a isca que eles agora precisam puxá-lo e encorajá-lo a proceder da maneira certa.
Esse é o diálogo real entre governo e sociedade que só vê quem não está contaminado por noções equivocadas de maquiavelismo preconcebido. E a verdadeira ajuda é essa: lenha, lenha na fogueira. Até o fogo se generalizar. Como bem educados, dessa vez a pressão só vai se extinguir quando a educação triunfar.
Leandro Lopes - professor

sábado, 7 de abril de 2012

25 ANOS DE CONFLITOS NA EDUCAÇÃO

Colocamos hoje, esse artigo do Sr. Jocelin, depois de ler deixe seus comentários ou nos diga como está a educação no seu estado.



Mais uma vez vemos professores e professoras realizando uma paralisação, estadual e nacional, na luta por um piso salarial e fico a me perguntar: Quantos anos perdidos? Quantas gerações comprometidas por causa de um piso salarial que o magistério até hoje não conquistou de fato?
Recordo-me que em 1986 foi concedido, pelo então Governador Jair Soares, um piso salarial de 2,5 salários mínimos, após 60 dias de greve do magistério com apoio dos pais e estudantes. Neste mesmo ano foi eleito o Governador Pedro Simon.


Em 1987, eu, como Presidente da entidade representativa dos pais, a ACPM-Federação, me reuni com o futuro Governador Simon em sua casa de praia e posteriormente na sua residência em Porto Alegre, em janeiro e fevereiro, e entre tantas conversas sobre educação lhe fiz um pedido: “Governador não mecha no piso salarial conquistado pelo Magistério, pois se mexer a educação, a juventude e o seu governo serão prejudicados”.


Infelizmente, o Governador Simon ao assumir seu mandato, em março, não ouviu os pais e suspendeu o pagamento do piso. Todos os gaúchos, que viveram naquela época, sabem que passamos anos e anos com greves do magistério.


Passaram-se 25 anos de conflitos, a qualidade da educação decaiu, os mestres desmotivados, gerações de estudantes comprometidas, e todos se perguntam: por quê?


Hoje, o Governo Federal instituiu um piso salarial proposto pelo então Ministro da Educação Tarso Genro. O mesmo que, agora Governador do Estado, não quer pagar o piso que propôs.
Que tristes paradoxos, um Governador deu o piso, outro tirou, um Governador (Antonio Brito) fez mudanças no plano de carreira (que dizem ser o entrave para dar o piso) e o outro Governador (Olívio Dutra) desfez algumas mudanças, mas não deu o piso de 2,5 salários para o magistério. Agora, o atual Governador não quer dar o piso que ele mesmo criou.


O mais paradoxal é que o piso de 2,5 salários de 25 anos atrás corresponde hoje a 1.550 reais, o piso que o Governo Federal criou é de 1.451 reais e o Governo Estadual quer pagar cerca de 1.260 reais. Que triste conclusão: se tivesse sido mantido desde 1987 o piso salarial não teríamos vivido 25 anos de conflitos, de consequente queda e prejuízos educacionais. São situações como essa, que nos levam, entre outras causas, a ocupar os piores índices do IDH no mundo e os últimos lugares nos indicadores de educação.


Entra governo, sai governo, independentemente de partidos políticos e ideologias, nada muda, todos os anos temos greves e mais greves em que alunos são prejudicados, a educação é comprometida e o futuro da juventude vira uma interrogação. O piso tem que ser pago, chega de greves!


Será que vamos passar mais 25 anos em conflitos, sem reconstruir a educação que o Estado, Municípios e País precisam e a sociedade clama?


Jocelin Azambuja – advogado – ex-presidente da ACPM-FEDERAÇÃO

quinta-feira, 22 de março de 2012

Missa de 7° dia

22 de março – 19:30 h

missa 7º dia – falecimento do Prof Emérito Aziz Ab Saber

Paróquia da Cruz Torta, - Av. Prof. Frederico Hermann Junior 105 – Alto de Pinheiros, próximo a Cetesb

sexta-feira, 16 de março de 2012

Estamos de Luto!

Deixamos aqui os nossos sentimentos pelo falecimento de um dos ícones da Geografia: Aziz Ab' Saber. Esse mês vamos dedicar inteiramente a ele.

Se você quiser deixe uma mensagem para o nosso desbravador, lutador do Meio Ambiente.

sábado, 10 de março de 2012

Avisos 65


Eu já fui no primeiro e vale a pena ir, quer saber como fazer asua inscrição e quem serão os palestrantes, clique na imagem.









Movimento em Defesa do Morro Santa Teresa


27ª REUNIÃO: DIA 12 DE MARÇO


ás 19,00 horas,no IAB, à Rua Gen. Canabarro, 363 - esquina Rua Riachuelo.Porto Alegre.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Avisos 64

Fórum Estadul de Reform Urbana (FERU)


PROGRAMAÇÃO
DATA: 03 de março de 2012
LOCAL: Assembléia Legislativa do Estado do RS – Sala Maurício Cardoso
Praça Marechal Deodoro, 101 - Porto Alegre/RS - (51) 3210.2000
HORÁRIO: 9hs – 16hs


Quer saber mais sobre o FERU, clique aqui.









Quer saber como fazer a sua inscrição ? clique aqui.










sábado, 4 de fevereiro de 2012

8ª Bienal do Mercosul-Ensaios de Geopoética



A 8ª Bienal do Mercosul, ocorrida entre os meses de setembro e novembro denominou-se Ensaios de Geopoética. Com esse título, os artistas que se apresentaram mostravam diversas formas de definir o território. Tem vários materias didáticos que podemos usar ou adaptar em sala de aula, só clicar aqui.